segunda-feira, 30 de maio de 2011

Fragmentos...


Hoje é domingo de manhã. Está fazendo um dia de sol. A praia estava cheia de vento bom e de uma liberdade. E eu estava só. Sem precisar de ninguém . È difícil porque preciso repartir contigo o que sinto . O mar calmo. Mas a espreita e em suspeita. Como se tal calma não pudesse durar. Algo está sempre por acontecer. O imprevisto improvisado e fatal me fascina. Já entrei contigo em comunicação tão forte que deixei de existir sendo. Você tornou-se um eu. É tão difícil falar e dizer coisas que não podem ser ditas. É tão silencioso. Como traduzir o silencio do encontro real entre nós dois? Dificílimo contar: olhei para você fixamente por uns instantes. Tais momentos são meu segredo. Ouve o que se chama de comunhão perfeita. Eu chamo isto de estado agudo de felicidade.

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